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AHEG e FBH cobram mais participação dos planos de saúde durante a pandemia

Adelvânio Francisco Morato cobra das operadoras de planos de saúde maior participação neste momento de pandemia

Isolamento social, uso de máscaras e álcool em gel e distância mínima entre pessoas estão entre as recomendações da Organização Mundial de Saúde, do Ministério da Saúde, da Secretária de Estado da Saúde e de demais órgãos gabaritados para orientar sobre o combate ao novo coronavírus (Covid-19).

Os cuidados valem para todos, especialmente para os profissionais da saúde. Mas os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) sumiram do mercado ou alcançaram preços exorbitantes.

“Nesse momento de união para o combate à pandemia, é importante contarmos com um maior envolvimento das operadoras de planos de saúde na busca por soluções que envolvem a segurança dos profissionais de saúde e dos pacientes”, diz o presidente da Federação Brasileira de Hospitais (FBH) e da Associação dos Hospitais do Estado de Goiás (AHEG), Adelvânio Francisco Morato.

Em reportagem de O Popular, publicada no dia 16 de abril, levantamento concluiu que cerca de 28% dos infectados em Goiânia são de profissionais da saúde, “principalmente médicos e enfermeiros”, aponta a reportagem.

“O Ministério Público está cobrando os EPIs dos hospitais públicos e privados. Na rede pública, os hospitais vêm tomando as providências por meio dos órgãos governamentais competentes; nós, da rede privada, precisamos das operadoras, que não se manifestaram ainda. Os hospitais estão agindo por iniciativa própria para proteger os seus colaboradores e pacientes — que são beneficiários das operadoras”, explica Morato.

Ele reitera: “Os hospitais não estão recebendo repasse pelo cuidado prestado aos beneficiários das operadoras de saúde. Elas precisam e devem pagar pelos EPIs de seus pacientes que são atendidos nos hospitais, clínicas e laboratórios”.

Os atendimentos eletivos – consultas, exames e cirurgias de qualquer especialidade, suspensos nacionalmente por orientação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e no âmbito estadual por decreto do governador de Goiás Ronaldo Caiado, voltaram nesta segunda-feira (20).

O Conselho Regional de Medicina do Estado de Goiás (Cremego) expediu comunicado, orientando que sejam resguardadas as medidas protetivas (para médicos, colaboradores e pacientes) divulgadas pelo conselho e pelas autoridades sanitárias e epidemiológicas, tais como a distribuição de máscaras cirúrgicas a todos os pacientes e acompanhantes, independentemente de apresentarem sintomas respiratórios e o uso de equipamentos de proteção individual indicados para o atendimento.

A nota publicada pelo Cremego indica, ainda, que “no caso de atendimentos com risco de geração de aerossóis, o médico deve se proteger com EPIs indicados”.

A AHEG está fazendo um estudo e deverá enviar às operadoras de plano de saúde, na próxima quarta-feira (22), um ofício “no intuito de organizar uma sugestão de metodologia e um código específico para pagamento dos EPIs para esses pacientes”, informa Morato. “Está difícil para os estabelecimentos de saúde bancarem sozinhos a sua parte e a que cabe às operadoras. Elas precisam participar, urgentemente”, alerta Morato.

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