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Marconi confiante na privatização da Celg

 

 

Em entrevista ao Programa Sala de Visitas conduzido por Cleudes Baré , presidente da AGM, o governador Marconi Perillo manifestou preocupação com a situação econômica mas acredita que Henrique Meirelles como condutor da politica poderá reverter esse quadro. Com relação a privatização da Celg, Governador está confiante e espera que Temer dê continuidade ao processo de privatização da companhia estatal.

Embora não tenha conversado com o presidente sobre a Celg acredito ser “absolutamente insensato se houver qualquer interrupção nesse curso” e digo que quem é contra o processo de privatização ou está preocupado em fazer demagogia ou tem total desconhecimento de causa..

A Celg é administrada pelo governo federal desde janeiro de 2012, por meio da Eletrobrás e do Ministério de Minas e energia, que detém 51 % das ações.

Ao falar sobre o processo da Celg, Marconi indagou. “Se o presidente Fernando Henrique Cardoso não tivesse privatizado a Vale do Rio Doce, a Embraer, a Companhia Siderúrgica Nacional, as Teles? O que teria acontecido? Será que essas empresas não estariam na situação da Petrobrás hoje?”

Cabe ao estado cuidar dos serviços que são essenciais para a população e não se utilizar de empresas como cabides de emprego para apaniguados políticos. As empresas devem oferecer bons serviços à população, serviços de qualidade, energia de qualidade, água de qualidade, telefonia de qualidade, reguladas e fiscalizadas, saúde de qualidade.  O que estamos fazendo em Goiás é uma demonstração disso.  Nós terceirizamos a saúde, pagamos e fiscalizamos para que a população continue a receber um serviço de altíssima qualidade nos hospitais do estado. E agora nós vamos fazer isso na educação também.

Hoje temos situações temerárias na Eletrobrás, no Banco do Brasil, na Caixa Econômica Federal. A situação, como se vê é muito mais difícil. Mas eu tenho confiança no presidente Temer, acho que ele vai estruturar uma equipe muito boa que nos levará a um porto seguro.

O começo do fim da crise econômica representará o fim da crise política. O que levou ao agravamento da crise econômica foi a crise política. “O fato de a Câmara Federal estar batendo de frente com o Executivo, o fato de o Judiciário estar tomando medidas muitas das vezes de competência do Legislativo, expõe uma situação delicada, politicamente falando e que precisa ser resolvida. Os poderes dever voltar a ser independentes e harmônicos.”

 

 

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