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Sobe avaliação positiva do governo e Bolsonaro venceria Lula se a eleição fosse hoje

O presidente Jair Bolsonaro teria apoio de 29,1% do eleitorado se a eleição presidencial de 2022 fosse hoje, segundo pesquisa CNT-MDA divulgada nesta quarta-feira. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contaria com 17% dos votos. O levantamento foi espontâneo, sem a apresentação de nomes de eventuais candidatos para quem respondeu o questionário.

De acordo com a pesquisa, Ciro Gomes (PDT) teria 3,5% dos votos. O ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro (sem partido), contaria com apoio de 2,4% do eleitorado, seguido de perto por Fernando Haddad (PT), com 2,3%. João Amoêdo (Novo) teria apoio de 1,1%. Luciano Huck (sem partido), Marina Silva (Rede), Dilma Rousseff (PT) e João Doria (PSDB) teriam menos de 1% cada.

Pouco mais de um ano após o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tomar posse, 34,5% dos brasileiros avaliam positivamente a atual administração e 31% negativamente. Já em relação ao desempenho pessoal do presidente, a aprovação passou de 41% em agosto para atuais 47,8%, enquanto a desaprovação caiu de 53,7% para 47% no mesmo período.

Entre as áreas com pior desempenho no governo estão saúde, com 36,1%, educação, 22,9%, e meio ambiente (18,5%). Os setores avaliados com melhor desempenho são combate à corrupção (30,1%), economia (22,1%) e segurança (22%).

O levantamento apurou que 10,5% votariam em branco ou anulariam o voto; 30,2% disseram que não sabem ou não responderam.

Contratado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), o instituto MDA ouviu 2.002 pessoas em 137 municípios entre os dias 15 a 18 de janeiro de 2020. A margem de erro máxima é de 2,2 pontos percentuais.

A avaliação positiva do governo do presidente Jair Bolsonaro alcançou 34,5% em janeiro de 2020, contra 29,4% em agosto de 2019, de acordo com os dados da pesquisa CNT-MDA divulgados nesta quarta-feira. Por outro lado, a avaliação negativa do governo federal caiu de 39,5% em agosto de 2019 para 31% em janeiro de 2020.

A aprovação pessoal do presidente subiu de 41% em agosto de 2019 para 47,8% em janeiro de 2020, ainda de acordo com a pesquisa. A desaprovação pessoal de Bolsonaro caiu de 53,7% em agosto de 2019 para 47% em janeiro de 2020.

Combate à corrupção (30,1%), economia (22,1%) e segurança (22%) são as áreas mais bem avaliadas do governo Bolsonaro, segundo a pesquisa. As áreas com pior desempenho são saúde (resposta de 36,1% dos entrevistados), educação (22,9%), meio ambiente (18,5%) e também economia (16,2%). Nesse trecho do questionário da pesquisa, cada entrevistado teve a oportunidade de escolher duas áreas.

Expectativas

A expectativa de 43,2% dos entrevistados é que a situação do emprego melhorará nos próximos seis meses. Para 18,9% deles, vai piorar, e 35,4% acreditam que ficará igual. Para 34,3% dos entrevistados, a renda mensal aumentará, enquanto 11% acreditam que diminuirá. A maioria, 51,8%, acreditam que ficará igual.

A área da saúde melhorará para 30,5%, enquanto 24,8% acreditam que ficará pior. 42,6% dizem que nada mudará.

Na educação, 36% esperam uma melhora, contra 21,4% que aguardam uma piora nessa área. Para 40,5%, a situação ficará igual.

Na segurança pública, 37,9% têm expectativa de melhora, frente a 22% que acreditam numa piora nessa área. Para 38%, não haverá mudança.

Apesar dos indicadores positivos, 78,2% dos entrevistados dizem não ter conhecimento sobre nenhuma ação direta do governo Bolsonaro na cidade ou região onde moram. Só 18,1% disseram ter conhecimento de alguma ação do governo em sua região.

Para 40,1%, já há melhorias no governo Bolsonaro em relação aos anteriores. Para 33,5%, a atual gestão continua de forma semelhante as passadas e 24,7% percebem piora após o primeiro ano de governo.

A expectativa positiva para os próximos três anos de gestão do governo Bolsonaro supera, em muito, a atual avaliação do governo, segundo a pesquisa. Para 48,8% dos entrevistados, o presidente Jair Bolsonaro fará um governo ótimo ou bom até o fim de seu mandato. Hoje o governo é avaliado positivamente por 34,5%.

Já os que esperam um fim de governo pior são 22,5% – hoje a avaliação negativa do governo é de 31%. Os que consideram que o governo manterá uma gestão regular nos próximos três anos são 24,3%, contra 32,1% que responderam, em janeiro, que assim avaliam o governo.

Uma parcela maior de brasileiros acredita que o país está melhor do que um ano atrás. Para 36,2% da população, o Brasil de hoje está melhor. Para 25%, está pior; 37,4% classificaram como igual.

Os que veem melhora responderam, principalmente, que houve melhoras na economia (48,7%), menos corrupção (46,8%), maior segurança pública (30,5%), melhor utilização do dinheiro público (21,4%) e valorização da família (19,6%), entre outros.

Os que enxergaram piora após um ano de gestão Bolsonaro afirmam que os motivos são piora na economia (54,3%), saúde (42,7%), educação (30,5%), segurança pública (27,%), corrupção (16%) e pior utilização do dinheiro público (15%).

Contratado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), o instituto MDA ouviu 2002 pessoas em 137 municípios entre os dias 15 a 18 de janeiro de 2020. A margem de erro máxima é de 2,2 pontos percentuais.

Fonte: Valor Econômico

 

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