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Petra Costa mente para o mundo que Brasil promove genocídio de negros

A recente entrevista de Petra Costa, diretora de “Democracia em Vertigem”, ao programa de Christiane Amanpour, na CNN, causa mesmo estupor.

Na entrevista, ela disse o seguinte sobre a eleição de Jair Bolsonaro:

“Ninguém sabia que tinha uma onda vindo. De repente, o Partido dos Trabalhadores começou a receber mensagens: ‘É verdade que (Fernando Haddad) está fazendo rituais satânicos?’ Muitos brasileiros estavam mudando seus votos de última hora devido às fake news.” Na versão de Petra Costa, a última hora foram três dias.

Na verdade, um mês antes do primeiro turno, as pesquisas já mostravam Jair Bolsonaro à frente de todos os outros candidatos. E, mais de um mês e meio antes do segundo turno, ele já era líder em todas as sondagens. As intenções de voto em Haddad cresceram uma semana antes do segundo turno. Se houve onda, foi uma marola em prol do candidato petista.

Ela também disse à CNN que “empresários pagaram por uma campanha de fake news e colaboraram a empurrar nossa democracia ainda mais para a vertigem”.

Na verdade, não está provado que empresários pagaram por campanha de fake news. O que está sobejamente provado é que as campanhas de Lula e Dilma Rousseff receberam centenas de milhões de reais em dinheiro sujo. Um desses fornecedores de dinheiro sujo foi a empreiteira Andrade Gutierrez, da qual Petra Costa é herdeira. O PT emporcalhou a democracia.

Petra Costa também diz que uma onda evangélica contra negros impulsionou a candidatura de Bolsonaro e que, desde que ele foi eleito, a taxa de homicídios cometidos por policiais aumentou mais de 20%. “É um genocídio dos brasileiros negros.”.

A verdade é que a maioria dos evangélicos brasileiros é composta por negros. 59% deles se declaram pretos e pardos. E 58% são mulheres. Quanto à taxa de homicídios cometidos por policiais, a PM fluminense, como em todos os outros estados brasileiros, é estadual, não federal. Petra Costa também não disse que o total de homicídios no Rio de Janeiro caiu 20% no ano passado.

Petra Costa, como já dissemos, é uma mentirosa partidária. Pode até ganhar o Oscar, mas continuará a ser uma Pinóquia.

As críticas de Bial

O apresentador Pedro Bial teceu críticas à história contada pelo documentário Democracia em Vertigem, da brasileira Petra Costa, que está disponível no catálogo da plataforma Netflix e concorre na categoria de Melhor Documentário do Oscar este ano. Para Bial, Petra é uma “ótima cineasta”, no entanto, escorregou na forma de contar a história do afastamento de Dilma Rousseff da presidência, como uma “ficção alucinada”.

O jornalista, que atualmente ancora o programa Conversa com Bial, na TV Globo, disse que a história é narrada com um “non sequitur” atrás do outro — ou seja, quando há falta de conexão entre a premissa inicial e a conclusão sobre um episódio.

“Você cria uma relação de causa-consequência entre coisas que não tem a menor relação causal. O filme é todo assim. Vai contando as coisas, me desculpem a expressão, mas num pé com bunda danado “, avaliou.

” É uma menina querendo dizer para a mamãe dela que ela fez “tudo direitinho”, que ela está ali cumprindo as ordens de mamãe, a inspiração de mamãe. “Somos da esquerda, somos bons”. “Nós não fizemos nada, nós não temos que fazer autocrítica”. “Foram os maus do mercado, essa gente feia, homens brancos que nos machucaram, nos tiraram do poder”. Porque o PT sempre foi maravilhoso e o Lula sempre foi incrível.

Sobre a forma como os episódios políticos são descritos no documentário, Bial classificou:

“Uma ficção alucinada. É mais do que maniqueísmo, uma mentira.”

O jornalista, porém, disse que é um direito de Petra, como qualquer outro documentarista, contar a história a partir do seu ponto de vista:

” Ela tem todo o direito de fazer, de contar essa história. Apesar daquela narração miada, insuportável, que ela fica choramingando o filme inteiro. É um filme bom no sentido de realização. (…) Para ser um documentário, tem que ter um autor. E tendo essa autoria ele não tem que ter compromisso com o senso comum ou com uma visão já estabelecida. É a visão do autor. Viver a experiencia através dos olhos deste realizador. De documentário não se deve exigir informação ou objetividade, o que se espera é uma experiência. Eu reagi as gargalhadas, outros podem reagir com raiva”.

Fonte: O Antagonista

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