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PF: desvio de R$ 10 milhões em obras no TO continua sendo investigado

Uma nova fase da operação Rumple, o desdobramento da operação Ápia, investiga o desvio de R$ 10 milhões  em obras no Tocantins

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (30/6), a Operação “Rumple” que tem como objetivo validar declarações prestadas em colaborações premiadas que, em parte, se inserem no contexto do conjunto de investigações denominadas de “Operação Ápia”.

Deflagrada em 2016, a “Operação Ápia” apurou desvios de mais de R$ 200 milhões a partir de diversos crimes relacionados a fraudes em licitações públicas e a contratos para execução de serviços de terraplanagem, pavimentação asfáltica e obras especiais (pontes, viadutos, etc.), todos firmados pelo Estado do Tocantins.

Aproximadamente 30 Policiais Federais cumprem seis mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara Federal do Tocantins. A maioria das ações estão concentradas no Distrito Federal.

Nesta nova fase, a investigação apura o pagamento de vantagens indevidas para garantir o direcionamento de contratos e o desvio de recursos destinados a obras públicas no Estado do Tocantins, e tem como principal alvo o núcleo apontado como responsável pelo processo de lavagem dos recursos oriundos destes pagamentos indevidos, dissimulando sua origem e destinação através de sucessivas operações financeiras e supostas empresas de fachada. O valor dos pagamentos investigados, somente nas atuais frentes investigativas, ultrapassam R$ 10 milhões.

Além da obtenção de novas provas, a Polícia Federal busca coibir a continuidade das supostas ações criminosas, delimitar a conduta dos investigados, identificar e recuperar ativos frutos dos desvios.

Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa.

O nome da operação é uma referência ao personagem do conto de mesmo nome, também conhecido como Rumpelstiltskin, que transformava palha em ouro, em alusão as ações dos investigados.

A Polícia Federal ressalta que, em razão da situação de pandemia da COVID-19, foi planejada uma logística especial de prevenção ao contágio, com distribuição de EPIs a todos os envolvidos na missão, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas, investigados e seus familiares.

A Operação Ápia

Deflagrada ainda em 2016, a Ápia investiga um quadro amplo de desvio do dinheiro público por meio de fraudes em licitações em obras de pavimentação financiadas pelo Banco do Brasil (BB).

Esta fase apura um prejuízo de mais de R$ 225 milhões. Entre os investigados estão nomes como o deputado estadual Eduardo Siqueira (DEM), os ex-governadores Sandoval Cardoso e Siqueira Campos e o ex-presidente da Agência de Transportes e Obras (Ageto) Kaká Nogueira. Recentemente, os autos do processo foram encaminhados para a Justiça Eleitoral.

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