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O BURACO É MAIS EMBAIXO

O buraco é mais embaixo II

O BURACO É MAIS EMBAIXO 

   Afinal, em ordem unida, a Assembleia Legislativa de Goiás bateu continência ao governo Ronaldo Caiado, ao aprovar a chamada Pec da Educação e do Judiciário por três quartos dos seus membros. Para o estado, é melhor o legislativo estar do lado do governador do que contra.

  Só agora, oito meses depois, o governo está começando com o respaldo quase unânime  do Legislativo e, certamente, não perderá mais tempo em xingar o ex-governador Marconi Perillo.

  Caiado tem o direito de levar Marconi às barras da Justiça, de chamá-lo à prestação de contas dos últimos 20 anos, mas não convém mais xingá-lo de “frouxo” ou “bandido”, que o insulto vazio bate e volta.            Principalmente da parte de Caiado que ganhou o governo sozinho e ainda arrastou dois senadores, inclusive Kajuru – a democracia não o perdoará por isto.

  Uma vitória tão acachapante que esguaritou o  governo passado, e o que era pomposa e arrogantemente chamado de legado, foi reduzido a substrato de pó de espirro.

     Nada restou da oposição em Goiás, a não ser os Bitencourt, João Bosco e José Luiz: o primeiro no “Goiás 24 Horas”, tirando os exageros, vai cumprindo o seu papel de oposição e o outro, de peito aberto no Blog JLB, escrevendo com coragem os recados das ruas e da sociedade.

   Na campanha, Caiado contou com a guerra de guerrilha de Zeluiz a seu favor, a voz mais forte de crítica ao marconismo. Tão forte que eu pensava ser de aluguel.              Agora no governo, o rapaz dos cabelos negros, negros como as asas da graúna, é a única voz lúcida e veemente que  adverte o poder de equívocos e deslizes, além de censurar  a arrogância e deslumbramento, próprios de início de todo governo.

   Então, o governo vai tocando. E o legislativo, a seu modo, também. Um parlamento que possui deputados da envergadura e quilate de Amauri Ribeiro, o deputado do chapéu, Paulo Trabalho e outros  já está com os pés na posteridade, ad perpetuam rei memoriam.

   Além os dois, outros deputados membros do nosso parlamento também brilham e honram a nossa história.

   Agora mesmo, o deputado Jeferson Rodrigues apresentou projeto determinando que salas de IML sejam pintadas de lilás – bravo, deputado pela coragem e brilhantismo.

   Mais experiente, o deputado Henrique Arantes, num arrobo de genialidade, aprovou projeto instituindo o dia do Heavy Metal (deve ser coisa muito importante para a sociedade, partindo de quem partiu).

    Agora é federal: o nosso deputado Victor Hugo, líder do governo no parlamento nacional, apresentou e aprovou projeto criando o “Grupo Parlamentar da Amizade”. Chega ou quer mais?

    Mas não é só a matilha do Capitão Bolsonaro que brilha e dignificam o parlamento nacional. O deputado Paulo Gomide e o irmão também deputado Rubens Otoni, ambos de Anápolis, se engalfinharam, de cusparada na cara e pesada no saco, disputando o cadáver insepulto do PT em Goiás. O ex-prefeito de Anápolis apanhou de chineladas.

   E foi consolar-se com a verba indenizatória do parlamento goiano. Indenizatório de quê? Quase todos os nossos deputados lambuzaram-se na lambança: raparam o prato e lamberam os dedos: Antônio Gomide, mais de 131 mil reais; Paulo Trabalho, mais de 132 mil, o de Chapéu atolado, 138 mil, mas todos eles tem que aprender muito com o deputado Cláudio Meireles que abocanhou mais de 184 mil reais.

   E ainda ficam censurando o choro do procurador de Minas Gerais que protestou contra um salário miserê de

24 mil reais líquidos.

    Eu não conheço sequer de vista o deputado Paulo Trabalho, mas me orgulho dele como deputado de minha terra. Mesmo assim, um invejoso me mandou uma mensagem, censurando o nosso insigne deputado por haver nomeado com altos salários no Governo a sogra, a irmã, o cunhado, os primos e os gatos e cachorros da casa.

   Deixe de inveja, cara? Você queria que o deputado Paulo Trabalho fosse nomear os seus parentes e não os dele? A família que mama unida continua unida.

    E o que você tem contra os animais?  Calígula nomeou Incitatus senador do Império Romano.

   Invejoso, inveja, quando não mata, aleija… O buraco é mais embaixo.

     Carlos Alberto Santa Cruz, jornalista.

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