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A ESTÉTICA DA MÚSICA DE FERNANDO PERILLO, RESISTE AO TEMPO E MANDA PARA TODOS AQUELE BEIJO NO SEU NOVO EP

 A estética da música de Fernando Perillo, resiste ao tempo e  manda para todos Aquele Beijo no seu novo EP

Não se pode dizer que a música veiculada por um disco independente não possa ser registrada por uma gravadora. Como também não se pode dizer que um determinado disco não precisava ser independente. Não há uma relação de necessidade entre música e disco independente… o fato da produção independente permitir uma maior liberdade não significa necessariamente que a música por ela veiculada seja mais livre, mais avançada ou incompatível com as grandes gravadoras. Ser independente não é qualidade musical, pode ser apenas uma contingência… No entanto, o termo independente acaba sendo usado para identificar um certo tipo de confusão entre independência e novidades.

canoa do cantor e compositor Fernando Perillo não virou / Pois deixaram ela virar… e como o Fernando é competente e forte como rocha de mar, desvirou-a apenas num olhar… diferenciado que é a sua música rebuscada e melhorada a cada a dia que se passa no relógio de seu tempo.

Desse modo, a produção independente surgiria desde o Zero Bar da Praça Tamandaré dos anos 80, onde Fernando era um Rei sentado ao banquinho e um violão., como uma estratégia possível dentro da carreira do artista (qualquer artista) que, a princípio, não implicaria necessariamente num questionamento da estrutura da indústria do disco e, menos ainda, da sociedade como um todo. Entendo que a permanência e a reforça a idéia de que nos encontrávamos muito mais diante de uma reorganização do que propriamente de uma crise do mercado ou do modelo de produção da grande indústria. E são por essas e outras que o Fernando Perillo acaba de lançar o seu novo EP AQUELE BEIJO

…arte independente… não! Depependente que depende de todos.,  aquela que, vindo de uma nova ordem de valores que contrariam visceralmente os valores comerciais do sistema, pretende transformar aqueles que se dispõem a transformar a sociedade de armazém de mercadorias em um ambiente humano, onde as relações entre as pessoas não sejam mais regidas pelos interesses impostos de cima para baixo, mas pelos desejos autênticos dos indivíduos: os que suscitam a arte e a produzem… O que vem acontecendo com a música produzida de modo independente é muito simples: em sua grande maioria não se enquadra nesse conceito de independência, reproduz valores estéticos estabelecidos e deverá ser fácil e perfeitamente absorvida .

EP AQUELE BEIJO

Seguindo a tendência do mercado internacional, o Cantor e Compositor FERNANDO PERILLO, lança um EP contendo quatro canções gravado no estúdio JAULA DO LEÃO no Rio de Janeiro nos dias 1, 2 e 3 de abril de 2019, o disco traz as músicas: A CANOA VIROU; FRENESI; PENSAR EM VOCÊ e AQUELE BEIJO, todas em parceria com o poeta MARCOS CAIADO. Com produção de RICARDO LEÃO que assina os arranjos, teclados e vocais, o EP tem participação de JULIO RAPOSO nas guitarras e violões, LANCASTER no contrabaixo, ALEX FONSECA na bateria e percursão e LUIGI HOFFER na mixagem e masterização.

A HISTÓRIA DO ARTISTA

A trajetória artística do cantor e compositor Fernando Perillo teve início em sua cidade natal, Palmeiras de Goiás, quando ainda muito jovem começou a atuar em conjuntos de bailes como instrumentista. À época recebia as influências do movimento tropicalista, Gilberto Gil e Caetano Veloso, além da Bossa nova de Tom Jobim, João Gilberto e Chico Buarque. No final dos anos 1970 veio para Goiânia e participou de vários festivais, dentre eles o Festival Universitário e o Festival ComunicaSom. Por influência de músicos e compositores da época, como Joao Caetano, Bororó e Itamar Correia, em 1982 lançou seu primeiro trabalho em disco, o vinil “Sinal de Vida”, produzido pelo Maestro José Eduardo Moraes e gravado no Rio de Janeiro. O sucesso foi imediato e logo tocava nas rádios locais. Fernando Perillo se apresentava nos bares e de Goiânia, onde tinha contato direto com o público que acompanhava sua carreira. Os barzinhos eram o grande ponto de encontro da juventude da época, quando a música popular brasileira de Zé Ramalho, Amelinha, Belchior e Raul Seixas, dentre outros, vivia seu auge. Sempre se mantendo fiel a seus princípios e origens Fernando Perillo lançou em 2014 o DVD “Trinta anos esta noite”, uma coletânea dos grandes sucessos de sua carreira, momentos marcantes como “O outro lado da lua”, “Último sopro” e “Saudade brejeira”, canção que é considerada o hino dos goianos. E recentemente lançou no Teatro SESC Centro, em Goiânia o décimo-primeiro disco de sua carreira. O CD, que leva o título de “Rosa Blanca” traz dez canções, em parcerias com Nasr Chaul e Marcos Caiado. Conta com participações especiais de Ricardo Leão ao piano acústico (A invenção do amor), Rogerio Caetano com o violão de sete cordas (Doggy) e da cantora Pop Nila Branco (Rosa Blanca). Em abril do corrente ano na cidade do Rio de Janeiro está em fase final de produção o mais novo EP do artista intitulado “Aquele Beijo”, em parceria do poeta Marcos Caiado e o lendário produtor musical Ricardo Leão que será lançado em junho de 2019 com algumas participações especiais.

Por Nilo Alves

Colaborou: Eduardo Vicente

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