A huge collection of 3400+ free website templates JAR theme com WP themes and more at the biggest community-driven free web design site
Home / Colunas / Coluna - Anésio Júnior / Jogo eleitoral: candidato que mente tem mais chance de se eleger

Jogo eleitoral: candidato que mente tem mais chance de se eleger

images (18)

Por Anésio Júnior

Pelo equilíbrio de forças, a eleição suplementar no Tocantins não tem a mínima chance de ser definida já no primeiro turno. Com o indeferimento da candidatura de Amastha, somada à sua incapacidade de angariar votos fora de Palmas, seu principal reduto eleitoral, Kátia Abreu (PDT) e Mauro Carlesse (PHS) vão disputar voto a voto para ver quem estará no segundo turno contra Vicentinho Alves (PR).

Com base nas pesquisas eleitorais, a disputa Kátia e Carlesse pode ser decidida pelo índice de rejeição dos candidatos. Neste caso, o governador interino leva uma pequena vantagem. Como sentença de um juiz, o resultado de uma eleição também só é conhecida na apuração dos votos. O bom senso manda aguardar um pouco mais, quando o processo entrar na fase decisiva.

Independentemente de quem seja o vencedor, sob o ponto de vista político-administrativo pouca coisa ou quase nada vai mudar para você, eleitor.

Dos três candidatos com chances de vitória não há muita diferença um do outro. A estratégia de fazer política é a mesma. Suas ligações com o passado não deixam dúvidas, inclusive o primogênito da turma, o governador Mauro Carlesse, que andou de mãos dadas com o ex-governador Siqueira Campos.

Situação pior é a da senadora Kátia Abreu, candidata do PDT. Nesta longa estrada da vida política, ela já perambulou por todos os palanques, de Siqueira Campos a Marcelo Miranda, participou de todos os governos e agora com uma garrucha nas mãos ela atira por onde seu nariz apontar. De repente se apresenta como solução para todos os problemas do Estado.

Num ítem alguns candidatos são muito semelhantes, até parecem irmãos siameses. Quando falam do amor que sentem pelo Tocantins e pelo seu povo. Algo que, sinceramente, enoja. Ama nada, ama o poder. O que o cidadão consciente espera é que os candidatos sejam menos falsos.

Alguns perdem a postura: andam de carroça, em bicicletas usadas para entrega de gás, de carro de bois sem nunca ter visto um, abraçam animais, dançam funk e forró de uma forma tão desajeitada que até parece um boneco inflável.

Na eleição passada, a campanha de Marcelo Miranda criou um jingle “É amor demais”, peça publicitária para conquistar o coração do eleitor mais vulnerável. Marcelo venceu a eleição e o amor tão explorado na campanha esfriou, caiu no esquecimento.

Agora na campanha, Kátia Abreu apresenta o jingle “Eu confio em Kátia, aiá”. Eiá, digo eu.

Infelizmente, o eleitor é quem fomenta esse tipo de político populista. Recentemente uma frase nas redes sociais me chamou a atenção: “a sem-vergonhice dos políticos é do tamanho da idiotice do eleitorado”. Não vamos generalizar, mas a maioria é desse “tipim”. Só através da conscientização do voto, a situação pode começar a mudar. Dizem que o voto é uma arma poderosa. É, mas se não souber usá-la a vítima será você. Pois é! E isso aí!

 

Além disso, verifique

images (10)

Extrema-esquerda e sua visão ideológica leniente com a bandidagem

Por Anésio Júnior “Não acabou, tem que acabar; eu quero o fim da Polícia Militar”. …

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *