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Extrema-esquerda e sua visão ideológica leniente com a bandidagem

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Por Anésio Júnior

“Não acabou, tem que acabar; eu quero o fim da Polícia Militar”. A frase entoada em coro por um bando de alienados políticos cooptados pelos partidos de esquerda, mais precisamente pelo PSOL, mostra o grau de “imbecibilidade” de alguns setores da política. O assassinato da vereadora Marielle Franco acendeu um pavio de pólvora. Era tudo que a esquerda irresponsável e barulhenta precisava para disseminar mais ódio num País já dividido. Até o PT não perdeu a oportunidade para pegar garupa no PSOL e ajudar a construir uma heroína de pés de barro.

Aproveito a oportunidade para citar trechos do artigo do jornalista José Reynaldo Azevedo. “Confrontar um esquerdista com a verdade pode não ser fácil, nem difícil, mas apenas inútil. Essa mesma esquerda que prega tanto Direitos Humanos deveria ter saído às ruas no ano passado pra dizer CLAUDEMILSON, PRESENTE; WASHINGTON, PRESENTE; JOSÉs DA SILVA (sem pedigre militante), PRESENTE. Poderia tê-lo feito a cada uma das 134 vezes que o crime organizado matou um PM. Quase sempre, preto de tão pobre e pobre de tão preto.

De frente com a verdade o esquerdista se comporta como diabo diante da cruz. Perigoso mesmo, arriscado mesmo, quase suicida no Rio de Janeiro não é ser mulher, homem, negro, branco, hétero ou homo. Arriscar-se é ser policial militar. Isso os delinquentes não admitem porque lhes faltam moral necessária pra consultar a matemática dos fatos, para instruir a sua amoralidade barulhenta, Preferem atuar como propagandistas do narcotráfico”.

Essa situação de caos no País é a soma de uma série de fatores. A lei penal brasileira, por exemplo, é uma sequência de equívocos trágicos decorrentes de ideias erradas, contaminadas de ideologia. Causa espanto as declarações de sociólogos, antropólogos e acadêmicos que se apresentam como especialistas em matéria de criminalidade e segurança pública.

Esses “entendidos” do assunto fazem frequentemente referência a um suposto encarceramento excessivo de prisões e pequenos delitos no Brasil e criticam a não aplicação de penas alternativas. Tudo isso com base em pesquisas que, por alguma razão, nunca são divulgadas.

A experiência dessa esmagadora minoria à respeito da atuação profissional da polícia, da justiça e do sistema penitenciário é nenhuma. Levam o assunto para o campo ideológico, defendendo coisas absurdas que levam à impunidade. Não é à toa que o Brasil faz parte da lista dos países mais violentos do mundo.

Durante um encontro do Movimento de Combate a Impunidade, realizado no Rio de Janeiro, um magistrado disse que uma socióloga (se-referindo a ex-vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), cuja morte ainda é um desafio para a polícia), afirmou que o sistema penitenciário é um funil, cuja boca larga entram presos em excesso; e dele poucos têm a chance de sair, depois de cumprir um longo tempo de pena.

Essa tese, segundo o juiz, foi sustentada por dois professores universitários, curiosamente filiados também ao PSOL. “Eles disseram que o Brasil é um País que mais prende. Na verdade, diante das estatísticas divulgadas pela ONU, somos o País que mais mata”, sentenciou o magistrado.

No Rio de Janeiro, em 2017, foram registrados 356.841 mil assaltos e roubos. A polícia conseguiu identificar apenas 6.670 mil, menos de 2% dos casos. Por tanto, mais de 99% de criminosos que ficaram impunes continuam soltos praticando os mesmos delitos.

Os números de vítimas não são reais, pois a maioria das pessoas não procura a delegacia para registar o boletim de ocorrência. Afinal, são poucos os casos investigados que terminam com a prisão do meliante.

Militantes dos partidos de extrema-esquerda, como Marielle Franco, defensora dos Direitos Humanos, gostariam que esse índice de prisão chegasse próximo a zero. Para eles, o roubo tem que ser descriminalizado como forma de justiça social. No Brasil não há encarceramento em massa. Isso tem outro nome: IMPUNIDADE EM MASSA.

Na legislação penal existem 1.050 tipos de crimes. Desses apenas 28 o juiz é obrigado a impor pena de prisão, o que representa apenas 2,67% do total. A sensação de que no Brasil prende além da conta ocorre em função da superlotação dos presídios. Na verdade as unidades são insuficientes para atender o número presos.

No Brasil, 40% dos presos aguardam julgamento. Esse índice não tem nada de excepcional. É o mesmo de outros países como Holanda, Suíça e Itália.

Nesses países a questão prisional é tratada com base em critérios das organizações internacionais. Eles consideram preso provisório aqueles que aguardam julgamento.

Embora os nossos “especialistas” adoram dizer o contrário, no Brasil esse critério não é aplicado. Aqui preso provisório é aquele cuja condenação ainda não transitou em julgado. A maioria condenados na 1ª e 2ª instâncias entra com algum tipo de recurso. A nossa legislação “obsoleta” permite que os processos de arrastem até se prescreveram, como acontecem em alguns casos. São chuvas de habeas corpus nos tribunais. Nesta conta, todos entram como presos provisórios.

Mesmo assim, quando o réu é condenado, a lei permite que ele cumpra apenas 1/3 da pena se durante o período de encarceramento tiver bom comportamento. Solto o cara é um demônio, preso vira santo, até pastor evangélico.

Essas ideias lenientes, tolerantes com os criminosos são frutos de uma visão distorcida e altamente contaminada por um viés ideológico muito nítido, que enxerga no criminoso uma vítima da sociedade. E nós que somos as verdadeiras vítimas, os culpados.

O crime é uma questão moral e de escolha. A maioria da população brasileira escolheu trabalhar honestamente. No Rio de Janeiro, um grupo de juízes criou o Movimento de Combate à Criminalidade. Um deles disse que o movimento é para contrapor a visão ideológica leniente com a bandidagem dos setores radicais de esquerda, que tem causado sérios prejuízos à Nação.

Lamentavelmente, a mídia contribui para que essas ideias distorcidas sejam disseminadas. E o que é pior: é cada vez maior o número de professores acadêmicos, que defendem essa causa, principalmente nas faculdades de Direito, de onde sairão os futuros advogados, juízes e até legisladores.

Se o País perder essa guerra, o Brasil continuará sendo o campeão mundial da impunidade, seja em crimes de latrocínio, roubo, crime de trânsito e de corrupção.

Que venha uma reforma ampla na legislação para que o cidadão de bem fique menos exposto à ação covarde e desumana dos criminosos.

E que o governo implante políticas públicas para diminuir as desigualdades, com investimento maciço na educação. A hora é agora.

 

 

 

 

 

 

 

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