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Amastha amarra as próprias pernas. Ele conseguirá desatar o nó?

Por Anésio Júnior

Observando as primeiras movimentações políticas neste período pré-eleitoral no Tocantins o clima não é diferente das últimas eleições. Um detalhe chama a atenção: desta vez o inimigo em comum entre as correntes político-partidárias é o prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB). Com certeza a batalha será dura, intensa e longa.

A metralhadora está apontada em sua direção e os tiros vêm de todos os lados. A estratégia é clara: diminuir, enquanto é tempo, a ação do inimigo, que vinha ganhando terreno em suas bases eleitorais.

Vinha, porque o impacto que a candidatura de Amastha vem sofrendo em consequência dos novos valores do IPTU em Palmas pode ter um efeito arrasador em suas pretensões eleitorais. Até longe da Capital, lá nos rincões do Bico do Papagaio, não se fala em outra coisa. Amastha foi com muita sede ao pote e corre o risco de morrer afogado.

Desde outubro do ano passado os virtuais candidatos ao governo colocaram suas tropas de choque em ação. Começavam ali as conversas de bastidores. Quem era aliado virou adversário.

O senador Vicentinho Alves(PR), por exemplo, até pouco tempo andava de mãos dadas com o govenador Marcelo Miranda (MDB), já em clima de lua de mel. De repente rompeu o relacionamento por conta de uma briga por espaço político nas bases entre a primeira-dama, Dulce Miranda e o deputado federal, Vicentinho Júnior, filho do senador.

Pronto: era o que Vicentinho, o pai, precisava para justificar seu afastamento de Marcelo Miranda e de quebra lançar a candidatura do prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas, a governador pelo Partido da República. Por um momento pensei que poderia ser uma estratégia para frear o crescimento de Amastha em alguns municípios administrados pelo PR. Não foi, mas de qualquer forma deu certo.  Mesmo separados, tanto PR quanto MDB têm um inimigo a ser abatido: Carlos Amastha.

A proposta de aliança futura começou a ser selada num almoço oferecido pelo presidente do MDB, Derval de Paiva, a Ronaldo Dimas. No cardápio, a formação de um bloco suprapartidário, com propostas e diretrizes bem definidas para enfrentar Amastha.

Resta saber se essa proposta de coalizão posta à mesa, colocando na mesma panela Marcelo Miranda, Siqueira Campos, Mauro Carlesse e Ataídes de Oliveira não daria mais munição a Amastha. Ainda é cedo para dizer, mas se ela for bem explorada pode ser uma opção de marketing político para fortalecer a candidatura do prefeito de Palmas. Tudo vai depender do grau de maturidade do eleitor para não embarcar num conto de fadas, como foi aquela do Siquerido nas eleições de 2010.

Carregada dos mesmos vícios, a pré-campanha não acrescenta nada de novo. São as mesmas personagens atirando pedra na vidraça alheia, embora muitos deles sentam no próprio rabo para falar da vida alheia. Um blá,blá,blá sem fim. De proposta prática, nada.

Apenas Amastha veio pra disputa com discurso diferenciado, mas abriu a guarda e levou de cara um jab certeiro no queixo. Pode ir à lona já no início da luta. O estrago por conta do IPTU já é visível.

Ah, ia me esquecendo da Kátia Abreu. É uma candidatura sem tempero. Faz uma pré-campanha sem barulho, abafada pelas provocações de Carlos Amastha, que lhe roubou o discurso contundente e agressivo. Na semana passada uma foto dela toda sorridente entre Vicentinho Alves e Ronaldo Dimas repercutiu nas redes sociais. Vai dar casamento? Creio que não. Um namorico ou apenas uma “ficada”.

Nesta fogueira que começa a soltar as primeiras labaredas ainda tem muita lenha pra queimar. Tem muitos pré-candidatos pisando em brasas e o risco de queimar o pé é eminente. É pois é! É isso aí.

Além disso, verifique

Vigarice cartelista dos frigoríficos. Uma vergonha!

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