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Hospital Regional de Marabá orienta sobre prevenção ao suicídio

A cada ano, mais de 800 mil pessoas cometem suicídio no mundo. No Brasil, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cada 45 minutos, uma pessoa tira a própria vida, totalizando mais de 11 mil casos por ano.

O suicídio mata mais jovens e adultos que a Aids e é terceira principal causa de morte de pessoas entre 15 e 35 anos.

Apesar do número significativo, o suicídio ainda é tabu para a maioria das pessoas. Para desmistificar o assunto, e alertar sobre os principais sinais dados por uma potencial vítima, o Hospital Regional do Sudeste do Pará, Dr. Geraldo Veloso (HRSP), em Marabá, promoveu um bate-papo, quinta-feira, 22/09, com os colaboradores da unidade sobre o tema.

O trabalho de conscientização sobre a prevenção ao suicídio feito pelo HRSP integra a programação alusiva à campanha “Setembro Amarelo”. Segunda-feira, 26, o assunto será discutido com os usuários na recepção do Ambulatório.

Causas e sintomas – Em geral, as principais causas de suicídio são depressão, divórcio, perda de um ente querido, alcoolismo e dificuldade financeira. Já os sintomas são isolamento social, mudanças na alimentação e no sono, solidão, sentimento de vergonha e histórico familiar de suicídio.

A faturista Ramilli Machado contou que, há oito anos, o primo apresentou alguns desses sinais. “Ele sempre foi um menino tranquilo e brincalhão. Mas um tempo antes, ele estava sonolento e se isolava mais da família, chegando a comentar com os pais que não estava bem, mas eles não procuraram ajuda. Talvez, se a família soubesse das informações que foram repassadas nesta palestra, a morte dele poderia ter sido evitada. Hoje, mudei minha visão sobre o assunto”, disse a colaboradora.

Segundo a psicóloga do HRSP, Patrícia Oeiras, há várias formas de ajudar uma potencial vítima de suicídio. “É importante que ela procure ajuda profissional, mas a própria família e mesmos os amigos podem ajudar bastante ao permitir que ela se abra e expresse os seus sentimentos. As pessoas que aceitam ajuda, correm menos risco de se matar”, explicou a palestrante. Ela também alertou sobre mitos a respeito do assunto. “Dois terços dos suicidas comunicam sobre a intenção de morrer. Esse dado desmente a ideia de que quem quer se matar não avisa”, complementou. (Aretha Fernandes).

 

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