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Palmas: Cláudia tenta sair ilesa do bombardeio entre Derval e Kátia

Com espírito desarmado e apenas com uma vara curta à mão, Derval de Paiva foi bater de frente com a senadora Kátia Abreu. Acuada como onça ferida, ela botou “o animal político” pra correr (essa frase é frequentemente usada por Derval ao definir seu perfil político). Derval foi pedir apoio à sua pré-candidatura a prefeito de Palmas. Ele sabia o grau de risco deste encontro. Pagou pra ver, e viu.

Viu uma senadora magoada e ainda inconformada com a posição assumida pelo Diretório Regional do PMDB, que tirou dela 35 comissões provisórias. Kátia teria dito textualmente: “depois de tudo que vocês fizeram, há um ano, um acordo feito com o presidente da República, Michel Temer, e descumprido, não acredito que ainda esperam meu apoio. Não tenho candidato a prefeito pelo PMDB”. Sem rodeios, completou: “Derval, estamos muito velhos para fazer de conta”.

O peemedebista, conhecido como conciliador de contendas, desta vez levou um tiro no pé e saiu cabisbaixo pra cantar em outra freguesia. Deixou a chácara da senadora com uma única certeza: Kátia não quer mais conversa com o PMDB. A posição de Kátia Abreu de não apoiar nenhum candidato do PMDB nas próximas eleições pode ser tudo o que o grupo dos autênticos queriam para justificar sua expulsão do PMDB.

A relação entre Kátia Abreu e o PMDB sempre foi marcado por brigas. Entre tapas e beijos a senadora e os autênticos do PMDB vão insistindo num casamento que há anos não tem as mínimas condições de dar certo. Esse casa, separa, agora parecia que chegou ao fim. O divórcio deverá ser consumado.

Neste clima de insegurança política a Frente por Palmas que abriga os partidos palacianos (PMDB, PV,PP, PRTB, PSDC, PHS e PMB) espera definir nesta segunda-feira, 11, o nome de seu candidato a prefeito: Cláudia Lelis (PV) ou Derval de Paiva (PMDB). Como o primeiro critério de escolha é pesquisa eleitoral, o grupo deve fechar com Cláudia Lelis, que aparece em segundo lugar, atrás do prefeito Carlos Asmastha. Quieta, ela assiste de longe o desenrolar da desfecho entre Derval e Kátia, para não sair chamuscada.

No entanto, o maior desafio do grupo para tornar o candidato competitivo para vencer as eleições em Palmas, esbarra na impopularidade do Governo Marcelo Miranda que vem crescendo em função das constantes ameaças de greve dos servidores públicos. O governo tem até o dia 9 de agosto para fechar um acordo para o pagamento da data-base e evitar a decretação de uma greve geral, que provocaria um estrago irreparável no resultado das urnas.

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Um comentário

  1. e bem assim, a forma de fazer politica no tocantins toma lá da cá, mas essa postura politica cada vez mais aplicada em todo o território nacional, infelizmente quem realmente sai prejudicado e o eleitor que fica cada vez mais longe do processo eleitoral, digamos assim o verdadeiro processo eleitoral esta quase encerrando e a maioria do eleitor não tem espaço, tempo e muito menos voz..

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